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Educar a Mente sem educar o coração, não é educação

Educar a Mente sem educar o coração, não é educação

É duvidoso que qualquer ser humano saiba o tanto quanto ele sabia.

 

A fundação da Alquimia se baseou nos ensinamentos de Aristóteles, bem como outros campos de estudo e experimentação, como Lógica, Física, Química, Astronomia, Biologia, Metafísica, Psicologia, Ética, Retórica, Artes, Música, Política.

Mais de 2.300 anos depois de sua morte, Aristóteles continua sendo uma das pessoas mais influentes que já viveram. Ele contribuiu para quase todos os campos do conhecimento humano e foi o fundador de muitas áreas novas. É dele a frase que abre nosso blog post: Educar a Mente, sem educar o Coração, não é Educação, o que implica na inclusão do desenvolvimento de habilidades socioemocionais no processo educacional para a formação plena das pessoas.

Uma coisa é certa: sem incluir tais competências de forma precisa no ambiente escolar, não se consegue desenvolver plenamente o potencial das novas gerações, de maneira a ampliar suas oportunidades de vida, tornando-as agentes de transformação.

A educação necessária para o século 21 é aquela que enfrenta simultaneamente as dívidas do passado – que ainda hoje reprovam, excluem e atrasam os estudantes – e as exigências contemporâneas que pedem um novo patamar de competências para a vida, o convívio e o trabalho.

Promover o protagonismo estudantil também é decisivo para que se vejam e sejam vistos como parte da solução e não do problema. Falamos sobre isso em nosso blog post do Socioconstrutivismo.

 

É preciso oferecer oportunidades de desenvolvimento integral na escola. Não apenas aprendendo a aprender, mas a ser, conviver e produzir.

 

O objetivo maior da educação mente+coração é a formação para a autonomia, entendida como o empoderamento dos estudantes para fazer escolhas fundamentadas em seus projetos de vida. A formação para autonomia se faz por meio do desenvolvimento de competências que combinem aspectos cognitivos e socioemocionais, possibilitando aos estudantes se capacitarem para o autoconhecimento, a colaboração, a criatividade, a resolução de problemas, o pensamento crítico, a abertura para o novo e a responsabilidade no alcance de seus objetivos.

Tudo isso dialoga com as exigências de uma educação que seja capaz de preparar as pessoas não apenas para irem bem na vida escolar ou em suas profissões, mas também para serem cidadãos responsáveis, solidários e éticos em suas atitudes e crenças.

Texto adaptado de Mozart Neves, Diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna.

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